Estrelas Maduras conta uma história que acontece todas as noites na grande cidade enquanto todos dormem, mergulhados em seus sonhos; mas também pode ser a própria cidade sonhando uma história que ninguém vê, mas muitos sonham – e agora você vai descobrir.
| Título | Estrelas maduras |
|---|---|
| Subtítulo | Não |
| Autor | Alonso Alvarez |
| Ilustrações | Erica Mizutani |
| Tradução | Não |
| Número da Edição | 1 |
| Descrição da Edição | Português |
| ISBN | 9788573214048 |
| Número de Páginas | 32 |
| Largura | 16 |
| Altura | 22.5 |
| Lombada | 0.5 |
| Peso | 0.158 |
AUTORES
Alonso Alvarez
Alonso Alvarez nasceu em São Paulo, capital. É poeta, autor de literatura infantil e juvenil e editor, atuando à frente da Ficções Editora. Em 1985 fundou e dirigiu a livraria e editora Artepaubrasil, pela qual editou grandes nomes, como César Vallejo, Nicolás Guillén, Fernando Pessoa, Jorge Luis Borges, Augusto de Campos, Manoel de Barros e Paulo Leminski, e a coleção ptyx (1991), Prêmio Jabuti de Melhor Produção Editorial. Participou de duas antologias de haicai (brasileira e latino-americana) e da Antologia da nova poesia brasileira (Hipocampo, org. Olga Savary, 1992). Publicou o livro Hé - Haikais, com Camila Jabur, e ilustrou o livro infantil A lua no cinema, de Paulo Leminski. Venceu o II e o III Encontro Brasileiro de Haikai (1987 e 1988), da fundação Aliança Cultural Brasil-Japão.
ILUSTRADORES
Erica Mizutani
Erica Mizutani nasceu em São Paulo, 1974. Formada nas práticas do design gráfico, vive em São Paulo e vem atuando como designer gráfica, artista plástica, performática e urbana. Na @expodapaulista, Erica apresenta cinco painéis intitulados: Esperança, Frizz, Maternidade, Chova-se e Lua em pelo. Nesses painéis, a artista mostra modos de cuidar das pessoas e do planeta, penteando, regando, fazendo chover ou mesmo valorizando as minhocas que arejam a terra. Nas palavras do curador Baixo Ribeiro: “Erica Mizutani elabora seu imaginário em dois campos distintos: das composições botânicas quase abstratas e das figuras icônicas que formam seu panteão particular. Enquanto a estética orgânica representa delicados jardins ou densas florestas que se bastam em suas composições formais, as figuras desempenham um papel mais comunicativo e discursivo – juntas, criam um universo próprio da artista”.